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27 Janeiro 2021 | 13:36
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Sem conhecer restrições, turismo lança campanhas para dezembro
JORNAL DE NEGÓCIOS


O Governo já sinalizou que esta época natalícia será diferente e admitiu mesmo que o mais provável é que o atual estado de emergência se mantenha até lá. Contudo, para já, não são conhecidas as medidas de controlo da pandemia que irão vigorar nessa altura. É neste cenário de incerteza, sem saber se serão sequer permitidas deslocações entre concelhos, que, a poucos dias do mês do Natal e da passagem de ano, alturas de maior procura durante a época baixa, o setor do turismo tenta minimizar perdas e planear o que for possível. Para já, grupos hoteleiros e agências de viagens vão lançando campanhas promocionais para o mês de dezembro.

Até ao próximo dia 8 de dezembro está proibida a circulação entre concelhos durante os fins de semana alargados que aí vêm, além de ter sido imposto recolhimento obrigatório nos concelhos de risco elevado e extremo. É provável que se mantenham restrições durante o próximo mês, mas o Governo ainda não anunciou quais os planos para lá de 8 de dezembro.

E, por isso mesmo, as associações do setor contactadas pelo Negócios referem que ainda não há “planos concretos” para o período do Natal e da passagem de ano. “As restrições atuais aplicam-se até ao dia 8 de dezembro. Só a partir dessa data será possível conhecer as condições que irão permitir definir o planeamento e concretização de campanhas e ofertas de Natal. O setor está a trabalhar numa perspetiva semanal, de forma a ir adaptando os seus planos ao contexto existente”, diz fonte oficial da Associação Portuguesa de Hotelaria, Restauração e Turismo (APHORT).

Mas, até lá, alguns operadores já se adiantaram, mesmo sem saber se serão permitidas estadas fora de casa. Na hotelaria, são vários os grupos que lançaram preços promocionais para a passagem de ano. É o caso do Pestana, maior grupo hoteleiro do país, que oferece descontos para a passagem de ano em 34 dos cem hotéis que tem, com preços a começar na casa dos 30 euros por noite.

Também no Vila Galé, o segundo maior grupo hoteleiro nacional, foi lançada uma campanha com descontos de até 10% para a passagem de ano, mas com uma ressalva: “Caso sejam aplicadas medidas que impeçam a realização do réveillon, o mesmo poderá ser cancelado sem custos e os depósitos serão devolvidos”, pode ler-se no site do grupo.

Outros, como o grupo Porto Bay, com presença sobretudo na Madeira, lançam programas especiais para o Natal e a passagem de ano, com música ao vivo, workshops e jantares de gala.

O mesmo se verifica nas agências de viagens. Entre as maiores a operar em Portugal, todas anunciam pacotes de viagens para o “réveillon” – e várias para destinos de longa distância, numa altura em que este tipo de viagens tem sofrido quebras drásticas.

A Abreu anuncia, por exemplo, pacotes com um custo superior a mil euros para as Caraíbas ou o Brasil na época da passagem de ano. Mas também oferece pacotes a rondar os 30 euros para estadas curtas e dentro do país.

Outros, como a Geostar, anunciam pacotes de viagens para os dois feriados de dezembro, apesar da proibição de circulação entre concelhos nessa altura. Outros ainda, como a agência de viagens do El Corte Inglés, propõem pacotes para passar o jantar da consoada em hotéis.

Passagens aéreas derrapam

Independentemente das medidas que venham a ser implementadas em dezembro para controlar a pandemia, há já uma certeza: os mercados externos não irão mitigar as perdas já habitualmente registadas durante a época baixa.

À data de 26 de novembro, tinham sido emitidas 14.319 passagens aéreas para Portugal até 31 de dezembro, segundo os dados recolhidos pelo Turismo de Portugal junto da ForwardKeys, consultora que analisa as passagens aéreas emitidas a nível mundial. Este número representa uma quebra superior a 51% face ao ano passado, quando, por esta altura, tinham sido emitidos quase 30 mil bilhetes aéreos para Portugal.

51%
PASSAGENS AÉREAS
Estão emitidas 14.319 passagens aéreas para Portugal até 31 de dezembro, uma quebra de 51% face a igual período do ano passado.

O setor está a trabalhar numa perspetiva semanal, de forma a adaptar os seus planos ao contexto existente. APHORT
Fonte oficial

As famílias têm de se preparar para celebrar o Natal de forma diferente. Não vamos poder estar todos juntos.ANTÓNIO COSTA
Primeiro-ministro, após Conselho de Ministros de 12 de novembro



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