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16 Julho 2019 | 12:26
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2019-07-15Smart Cities para pessoas inteligentes
As vilas e cidades tendem a evoluir para um uso inteligente, adoptando modelos de organização resultantes da combinação de tecnologias de informação, de comunicação, de automação, na implantação de sistemas de sinais de trânsito inteligentes, controle de disponibilidade em parques de estacionamento, iluminação pública, wi-fi nas praças e ruas, contadores de água que emitem avisos em caso de anormalidade de consumos e de avarias, bicicletas eléctricas partilhadas, transporte a pedido, e um sem-número de aplicações e automatismos.+
2019-07-15Voo atrasado ou cancelado? Como e quando reclamar
2019-07-15Vendas do grupo PSA caíram quase 13% no primeiro semestre
O grupo francês PSA vendeu no primeiro semestre 1.903.370 automóveis em todo o mundo, uma queda de 12,76% em relação ao mesmo período de 2018.+

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Brexit: UE pode oferecer extensão longa, Conservadores dizem que assim não há saída
Jornal Económico sapo


Até ao final da tarde de terça-feira, as notícias davam conta de que o Reino Unido pode receber uma extensão do prazo de saída até 31 de dezembro. Os adeptos do Brexit duro dizem que, se for assim, o Brexit nunca sucederá. E parecem ter razão.

Vários Estados membros, principalmente a França, a Eslovénia, a Áustria e a Espanha, parecem muito céticos quanto a uma extensão prolongada do acordo de saída, mas, até ao final da tarde de ontem, parecia certo que a União Europeia estaria disposta a conceder ao Reino Unido uma extensão do artigo 50º até ao último dia do ano.

Michel Barnier, o negociador do lado da União Europeia, implorou aos ministros da União reunidos no Luxemburgo para manter a pressão sobre os parlamentares britânicos, apoiando o pedido de May de um atraso Brexit apenas até 30 de junho, mas pode não ter conseguido nada.

Assim, se na cimeira de hoje, em Bruxelas, sair um acordo que prevê uma extensão até ao final do ano, as especulações seguirão em todos os sentidos. A reserva de alguns países face a uma ‘extensão tão extensa’ tem a ver principalmente com as eleições parlamentares: neste quadro, os britânicos terão que participar no ato eleitoral e eleger os seus representantes.

Para a França, o principal problema de o próximo Parlamento Europeu ter deputados britânicos reside na eventualidade de este grupo optar por boicotar os trabalhos daquele órgão. Para isso, nada melhor que juntar as suas forças ao grupo de eurocéticos e mesmo de antieuropeus que se prevê venham a entrar em força no próximo Parlamento.

Mas, do outro lado do Canal da Mancha, uma extensão do artigo 50º até ao final do ano também não agradou a muitos. Principalmente ao lado mais duro dos Conservadores, aqueles que querem uma saída de qualquer forma e o mais rapidamente possível. O argumento é que uma extensão longa colocará em causa o próprio Brexit.

Ora, isso parece ser indesmentível. Aliás, vários comentadores apontam precisamente para isso: a União Europeia só aceitará uma extensão demorada na expectativa de que os britânicos acabem por decidir, de uma forma qualquer, permanecerem na União.

Talvez seja esta a razão pela qual se multiplicaram ontem os pedidos dos ‘brexiters’ duros para que Theresa May saísse de imediato da cena política britânica, sob pena de o Brexit nunca vir a acontecer. Theresa May deixou-os, como é seu costume, a falar sozinhos e optou por gastar os seus recursos na tentativa de encontrar uma plataforma de entendimento com o líder da oposição Trabalhista, Jeremy Corbyn, para um acordo comum, passível de ser aceite por uma maioria de parlamentares.

Voltando aos Conservadores da linha dura, estes pensam que um acordo entre ambos e uma não-saída é o mesmo. Por isso, os encontros entre May e Corbytn são mais um motivo para os rebeldes do Partido Conservador pedirem a demissão imediata da sua líder.





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