ARAC
21 Novembro 2018 | 17:04
Notícias
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No encontro que reuniu esta terça-feira as suas entidades, a UGT desafiou a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) a fixar o salário mínimo acima dos 600 euros e a aproveitar o momento de crescimento por que passa a actividade turística para reduzir a precariedade laboral.+
2018-11-20Quando fazem um EV que tenha metade do sexy que tem um Tesla?: ministro “pica” alemães
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2018-11-20Investigação da Nissan a Ghosn alargada à aliança com a Renault
A investigação da Nissan a alegadas práticas ilícitas do seu presidente, Carlos Ghosn, está a ser alargada por forma a incluir as finanças da aliança Renault-Nissan.+

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FMI: Europa avança mais devagar e enfrenta mais riscos
Jornal de Negocios


Bruxelas e o FMI estão alinhados: a economia europeia continua a crescer, mas a um ritmo cada vez mais lento e abaixo do previsto. Além disso, os riscos no horizonte estão cada vez mais intensos. Este foi o alerta que o Fundo Monetário Internacional deixou no Regional Economic Outlook sobre a Europa, publicado esta quinta-feira, 8 de Novembro. Uma hora antes, a Comissão Europeia tinha revisto em ligeira baixa o crescimento no horizonte até 2020, e avisado que a realidade se pode revelar "significativamente pior do que o previsto".

"Os riscos para o cenário macroeconómico aumentaram. No curto prazo, tensões comerciais crescentes e um aperto abrupto nas condições financeiras globais podem comprometer o investimento e pesar no crescimento", explica o FMI. "No médio prazo, os riscos resultam do atraso do ajustamento orçamental e das reformas estruturais, dos desafios demográficos, da desigualdade crescente e da redução da confiança nas políticas convencionais", soma ainda a instituição liderada por Christine Lagarde. Além disso, "um Brexit sem acordo conduziria a fortes barreiras comerciais, e não comerciais, entre o Reino Unido e o resto da União Europeia, com consequências negativas para o crescimento", lê-se no relatório.

Perante este enquadramento, o FMI reforça o apelo aos países para acelerarem as reformas estruturais e aumentarem as suas almofadas orçamentais, nomeadamente as economias com dívidas públicas mais elevadas. Do mesmo modo, o FMI argumenta que políticas macroprudenciais direccionadas tanto para o lado dos compradores, como dos bancos que financiam a compra, ajudam a conter os riscos no mercado financeiro, nomeadamente resultantes do aumento do crédito e da subida dos preços da habitação.

Contudo, este tipo de intervenção no mercado não se tem revelado tão eficaz no objectivo de subir os preços das casas e o recurso ao crédito em geral.

Também Pierre Moscovici, comissário europeu para os Assuntos Económicos e Financeiros, tinha avisado durante esta manhã, na apresentação das Previsões de Outono para a União Europeia, que os países se devem preparar. "Há muitos riscos. É muito importante que os políticos tanto aqui em Bruxelas, como a nível nacional,se preparem para lidar com o que quer que o futuro nos traga," disse o Comissário.




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