ARAC
21 Julho 2018 | 16:41
Notícias
2018-07-20Governo e patrões em choque frontal na linha da Beira Alta
CIP emitiu ontem um comunicado crítico face aos investimentos do Governo para a rede ferroviária nacional. Em entrevista, o presidente do Conselho da Indústria da CIP, Luís Mira Amaral acusa o Executivo de estar a fazer remendos em linhas velhas.+
2018-07-20Mais de 400 mil condutores apanhados pelos 30 radares do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade
Um sistema para deteção automática da infração de excesso de velocidade, composto por 30 radares móveis instalados em 50 locais considerados críticos, apanhou 400 mil condutores em 11 meses.+
2018-07-20A estranha história da taxa turística no aeroporto que existe desde 2015 e nunca foi cobrada
A taxa turística no aeroporto aparece em todos os regulamentos da Lisboa desde 2015. A ANA pagou-a uma vez porque "estava entre a espada e a parede". Acaba no outono sem nunca ter sido cobrada.+

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INE: número de hóspedes ultrapassou os 21 milhões em 2016
Ambitur


Portugal teve, em 2016, 21,3 milhões de hóspedes, um recorde absoluto da atividade turística nacional e que representa um crescimento de 11,1% face a 2015. O número faz parte dos dados definitivos referentes a 2016 publicados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE)que revê em alta alguns dos indicadores até agora conhecidos. Os números agora publicados incluem, além da hotelaria, o turismo em espaço rural e de habitação e ainda o alojamento local com mais de 10 camas.

Além do número de hóspedes, destaque para as dormidas que atingiram os 59,4 milhões (mais 11,6% face ao ano anterior) e para os proveitos totais que foram de 3,1 mil milhões de euros, o que espelha um aumento de 18,1%, reforçando uma das principais metas deste governo: crescer mais em valor do que em número de hóspedes.

Os residentes em Portugal foram responsáveis por 17,5 milhões de dormidas (+7,8 do que em 2015), que representa 29,4% do total e os estrangeiros por 41,9 milhões, correspondendo a 70,6% do total de dormidas.

O crescimento fez-se sentir em todas as regiões, reforçando os resultados das políticas desenvolvidas para alargar a atividade turística a todo o território, destacando-se, no entanto, a evolução acumulada acima da média das dormidas nos Açores (+28,5%), no Norte (+14,1%) e na Madeira (+12,8%). Em termos de proveitos, os Açores foram igualmente a região que mais cresceu (+30,2%), seguindo-se o Norte (+22,9%), o Algarve (+20%), o Alentejo (+17,6%) e o Centro (+15,5%). A taxa de sazonalidade situou-se, em 2016, nos 48,2%, tendo descido 1% face a 2015.

A nível internacional, o principal mercado emissor em 2016 foi o Reino Unido (9,5 milhões de dormidas), seguido da Alemanha (5,8 milhões), da França (4,4 milhões) e a Espanha (4,3 milhões). Assistiu-se em 2016 a uma maior diversificação de mercados emissores, entre os quais se destacam os aumentos dos EUA (+23%), a Polónia (+20,3%), a França (+20%), a Suíça, (+19,1%) e o Brasil (+14,9%).

Em termos de receita, o mercado francês foi o que mais gastou (2,27 milhões de euros), seguindo-se o mercado do Reino Unido (2,26 milhões de euros) e Espanha (1,6 milhões de euros).




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