A lei do orçamento do Estado para o próximo ano prevê que os mecanismos inspirados no lay-off garantam 100% da retribuição ao trabalhador. Governo garante que as empresas não terão mais encargos porque a diferença será assumida pelo orçamento do Estado.
O mecanismo ainda não está fechado, mas o acréscimo a suportar pelos patrões face à média dos últimos cinco anos deverá ser compensado pelos cofres públicos. Ordenado mínimo deve subir dos atuais 635 para 660 euros em 2021.
Num conjunto de 22 países, Portugal surge em sexto na percentagem de empregadores com apoios aprovados. O lay-off simplificado pode vir a atenuar o efeito da crise nas pensões, mas apenas se as carreiras contributivas forem corrigidas.