ARAC
09 Agosto 2020 | 20:40
Notícias
2020-08-07Portugal de novo em contramão na pandemia, agora no bom sentido
Depois dos elogios, chegado o desconfinamento, Portugal tornou-se o “patinho feio” da Europa, com muito mais casos do que a maioria dos países europeus. Agora, o país volta a estar em contraciclo, com uma clara tendência de descida dos contágios.+
2020-08-07Salários nas empresas sem lay-off com maior crescimento em cinco anos
o meio da pandemia, quem não teve contrato suspenso ou perdeu emprego regista o maior ganho de rendimentos desde 2015. Foi, em junho, de 5,5%.+
2020-08-07EY: Segunda vaga de covid-19 pode levar taxa de desemprego para os 17,6%
A consultora EY estima que, caso haja uma segunda vaga da pandemia de covid-19 em Portugal, a taxa de desemprego no país possa atingir os 17,6% no final do ano, segundo um estudo hoje divulgado.+

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Numa semana, 552 mil trabalhadores em "lay-off"
JN


Em pouco mais de uma semana, desde que entrou em vigor, a 27 de março, o regime de "lay-off" simplificado já teve pedidos por parte de 31914 empresas. Ao todo, 552 mil trabalhadores estão abrangidos pela medida criada pelo Governo para fazer face aos impactos da epidemia de Covid-19 nas empresas, que permite suspender contratos de trabalho, assegurando 70% de remuneração.

No último mês, terão ainda sidodespedidas mais 28 mil pessoas, apontando os dados preliminares do desemprego de março para um total superior a 321 mil pessoas nessa situação.

Segundo dados do Ministério do Trabalho e Segurança Social, no passado mês de março "foram comunicados à Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho 59 processos de despedimento coletivo, que abrangem 843 trabalhadores". No mês anterior, tinham sido iniciados 36 processos semelhantes, relativos a um total de 628 trabalhadores.

Reltivamente ao "lay-off" simplificado registado no mês passado, a maioria dos pedidos foi "apresentada por empresas inseridas nos setores do alojamento, restauração e similares, da reparação de veículos automóveis e motociclos e das indústrias transformadoras".

Na maioria dos casos (74%), trata-se de microempresas (com 10 e menos trabalhadores) e pequenas empresas (20%) com menos de 50 trabalhadores.

A maioria das empresas que aderiu a este regime de "lay-off" situa-se no distrito de Lisboa (7398) e no do Porto (6604). Seguem-se as regiões de Braga (3361), de Aveiro (2192) e de Faro (1825).




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