ARAC
19 Junho 2020 | 23:44
Notícias
2020-06-17INE confirma quebras "históricas" do turismo em abril
A atividade turística praticamente desapareceu durante o mês de abril, com quebras de 97% no número de hóspedes e dormidas registado pelos estabelecimentos de alojamento. +
2020-06-16Portugal sobe dois lugares e “compete” em 37.º no ranking mundial
Após cair seis posições, a economia portuguesa recupera competitividade com as exportações e as receitas do turismo. Impostos altos e más práticas de gestão prejudicam o país, que surge abaixo da Tailândia ou da Estónia.+
2020-06-16Projecto Re.Co.Ver estuda recuperação das pequenas empresas do turismo
Liderado pela Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, o Re.Co.Ver é um projecto de investigação na área dos negócios turísticos, cujos resultados servirão de base científica ao processo de recuperação económica pós-pandemia das micro e pequenas empresas do sector.+

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45º Congresso APAVT: “Sem um turismo forte e competitivo não vamos ter crescimento”, alerta presidente da CTP
TURISVER


“Sem um turismo forte e competitivo não vamos ter crescimento económico, não vai haver redução do desemprego e não há criação de riqueza como tivemos nestes últimos quatro anos com a grande participação do turismo”, afirmou Francisco Calheiros, no encerramento do 45.º Congresso APAVT, no Funchal.

Porque tem sido, principalmente, pelo turismo que a economia do país tem crescido e o desemprego tem diminuído e também por através deste sector de actividade se tem gerado riqueza, o presidente da Confederação do Turismo de Portugal foi ao congresso da APAVT afirmar que “o Governo deve retribuir ao turismo aquilo que ele tem feito por Portugal”. E justificou com duas razões: “a primeira é que o turismo merece, a segunda é que o país agradece”.

Na sua intervenção Francisco Calheiros recordou que a CTP entregou ao Governo e aos partidos políticos “um documento muito extenso” em que dava conta das suas preocupações e reivindicações, umas de índole mais geral, outras directamente relacionadas com a actividade económica do turismo. Estas últimas focavam temas como os transportes e acessibilidades (Aeroporto de Lisboa, Montijo, ferrovia, entre outros), os recursos humanos (formação, qualificação e valorização das profissões do turismo) e a fiscalidade.

Detendo-se no último ponto, o presidente da CTP deixou claro que “não é mais possível continuarmos com este índice de fiscalidade” porque “há fadiga fiscal” e questões fundamentais como a “dedutibilidade do IVA nos MICE” porque, tal como foi sublinhado durante o Congresso “não podemos ter um evento em Vigo a custar menos 23% que um em Elvas”.

*No Funchal a convite da APAVT



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