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20 Fevereiro 2020 | 14:04
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Venda da SIVA resvala face ao prazo previsto em abril
JORNAL DE NEGÓCIOS


O dia 30 de setembro era o prazo máximo previsto pela SAG Gest e pela Porsche Holding Salzburg (PHS) para concluir a venda da SIVA pela empresa liderada por João Pereira Coutinho à distribuidora automóvel sediada na Áustria. Mas, apesar de as condições estipuladas no acordo anunciado a 30 de abril terem sido cumpridas, a operação ainda não foi finalizada.

Fonte oficial da SIVA indicou ao Negócios que "o processo está a decorrer como o previsto" e que o atraso se deve "apenas a questões de agenda". No entanto, não adiantou qualquer nova data para a formalização da venda da importadora e distribuidora em Portugal das marcas Volkswagen, Audi, Skoda, Bentley, Lamborghini e VW Veículos Comerciais.
Última barreira superada a 19 de setembro
A 19 de setembro foram homologados judicialmente os Processos Especiais de Revitalização (PER) da SAG e da SIVA, as últimas condições previstas no acordo para a venda da empresa.

A operação prevê o pagamento simbólico de um euro à empresa liderada por João Pereira Coutinho pela PHS, que pertence ao grupo Volkswagen, e tem implícito um perdão da dívida da SAG e SIVA no valor de 370 milhões de euros, dos quais 116 milhões por parte dos bancos credores - Caixa Geral de Depósitos, BCP, Novo Banco e BPI.

A empresa austríaca passará a deter a SIVA, bem como a rede de retalho automóvel da SIVA, composta por 11 concessionários.

Entre as condições cumpridas nos últimos cinco meses, incluem-se a OPA sobre a SAG e posterior saída de bolsa da empresa, a "luz verde" incondicional em matéria de concorrência pela Comissão Europeia e a reorganização da estrutura da SAG . O documento referia ainda, sem detalhar, que "a operação fica sujeita a um conjunto de condições mais diretamente relacionadas com a atividade das sociedades".




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