ARAC
17 Dezembro 2018 | 08:53
Notícias
2018-12-14INE: Proveitos aceleraram em Outubro
Em Outubro, os estabelecimentos hoteleiros e similares registaram proveitos totais na ordem dos 332,1 milhões de euros, enquanto os de aposento atingiram os 239,8 milhões de euros, o que representou crescimentos de 2,6% e 1,7%, respectivamente, quando em Setembro estes dois indicadores apresentavam subidas de 1,4% e 2,9%, divulgou o INE esta sexta-feira.+
2018-12-14Depois de Lisboa, Chauffeur Privé chega a outras cidades
O serviço da Chauffeur Privé está agora disponível em Vila Franca de Xira, Mafra ou Ericeira. Mas também no Barreiro, Alcochete, Montijo, Sesimbra e Setúbal.+
2018-12-14Autoeuropa. Plano em marcha para exportar 22 mil viaturas até fim do ano
A Autoeuropa e a Operestiva preparam ação depois de ter sido alcançado acordo entre Sindicato dos Estivadores e operadores portuários+

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Horas extra deixam de somar ao salário na retenção do IRS
Dinheiro Vivo


Os valores relativos ao pagamento de trabalho suplementar (horas extra, feriados ou dias de descanso) vão deixar de ser somados ao salário mensal quando chega o momento de fazer a retenção na fonte do IRS. Tal como do Dinheiro Vivo já tinha noticiado, o governo criou uma solução que faz com que a remuneração mensal e a que é devida por trabalho suplementar passem a ser consideradas de forma autónoma em relação ao IRS. Esta mesma solução irá também abranger o pagamento de salários relativos a anos anteriores, beneficiando pessoas com salários em atraso.

O modelo que vai ser aplicado ao trabalho suplementar e salários de anos anteriores é semelhante ao que já é adotado quando são pagos os subsídios de férias e de Natal, aplicando-se a cada um a taxa de retenção na fonte respetiva e não a que resultaria da soma do salário e do subsídio – que seria bastante mais elevada. Assim, quando forem pagas remunerações relativas a trabalho suplementar, a taxa de retenção aplicada é a que corresponder aos restantes rendimentos de trabalho dependente auferidos no mesmo mês. Quando estiver em causa o pagamento de remunerações de anos anteriores (salários em atraso), o valor será dividido pelo número de meses a que respeitam e aplicada a taxa correspondente à totalidade desses valores.




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