ARAC
21 Julho 2018 | 16:38
Notícias
2018-07-20Governo e patrões em choque frontal na linha da Beira Alta
CIP emitiu ontem um comunicado crítico face aos investimentos do Governo para a rede ferroviária nacional. Em entrevista, o presidente do Conselho da Indústria da CIP, Luís Mira Amaral acusa o Executivo de estar a fazer remendos em linhas velhas.+
2018-07-20Mais de 400 mil condutores apanhados pelos 30 radares do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade
Um sistema para deteção automática da infração de excesso de velocidade, composto por 30 radares móveis instalados em 50 locais considerados críticos, apanhou 400 mil condutores em 11 meses.+
2018-07-20A estranha história da taxa turística no aeroporto que existe desde 2015 e nunca foi cobrada
A taxa turística no aeroporto aparece em todos os regulamentos da Lisboa desde 2015. A ANA pagou-a uma vez porque "estava entre a espada e a parede". Acaba no outono sem nunca ter sido cobrada.+

Notícias



Figo Maduro já está a ser utilizado para fins civis
Jornal de Negocios


O aeródromo militar já está a ser usado para fins civis. A ANA - Aeroportos de Portugal tem utilizado a placa das instalações da Força Aérea para o estacionamento de aviões, avançou Thierry Ligonnière, administrador da concessionária, ao Negócios.

"Actualmente há dois factores limitantes do aeroporto que não estão nas nossas mãos: a capacidade de estacionamento de aviões e a capacidade do espaço aéreo", sublinha o administrador da ANA, sendo que o recurso a Figo Maduro é uma forma de minorar o problema. "Já o estamos a utilizar, com autorização da parte militar" adiantou Thierry Ligonnière, embora esta seja só uma meia solução.

"É preciso o fecho definitivo da pista 17/35 para podermos desenvolver ainda mais opções para a criação de posições de estacionamento de aviões no sul do aeroporto e também para transferir a torre de controlo para a cabeceira da pista 35, uma opção que estamos a considerar em conjunto com a NAV [serviços de navegação aérea]", explica o administrador da gestora aeroportuária detida pela multinacional francesa Vinci.

É preciso o fecho definitivo da pista 17/35 para a criação de posições de estacionamento de aviões. Thierry Ligonnière
Administrador da ANA
"O fecho da pista 17/35 permitiria criar mais 10 posições de estacionamento a sul para aviões de código C [médio curso] e teríamos também uma libertação de espaço para norte que daria para aviões do código E [longo curso]", detalha Thierry Ligonnière.

A pista 17/35 é uma das duas existentes no aeroporto Humberto Delgado, tendo 2.400 metros de comprimento. A outra é a pista
03/21, com 3.805 metros de comprimento.

O encerramento desta pista é vista com reservas pela Associação dos Pilotos Portugueses de Linha Aérea (APPLA). Em causa está o facto de a pista 17/35 ser a mais indicada para aterrar, por razões de segurança, "entre três e quatro meses do ano", devido a ventos fortes que causam "windshear" (rápida variação na direcção e/ou na velocidade do vento), argumentou o presidente da APPLA, Miguel Silveira, à agência Lusa, em Fevereiro do ano passado.

Desde 2014 que a ANA diz ter começado a ter sinais de crescimento rápido do tráfego aéreo em Lisboa, tendo então identificado a possibilidade de aumento de capacidade com o projecto do Montijo.

Portugal dá receita de 760 milhões à ANA

A ANA – Aeroportos de Portugal gerou receitas de quase 761 milhões de euros no ano passado, um valor que representa uma subida de cerca de 15,7% face ao volume de negócios anunciado em 2016. De acordo com o relatório e contas de 2017 do grupo francês Vinci, a Vinci Airports, que detém a gestora dos aeroportos nacionais, obteve em 2017 receitas de 1.409 milhões de euros, sendo que as receitas geradas em Portugal representaram 54% do total. Em 2016, a ANA tinha anunciado um volume de negócios de 657,8 milhões de euros, o que representava uma subida também de 15,7% face a 2015. A Vinci Airports gere 35 aeroportos espalhados pelo mundo. Em 2017 garantiu as concessões dos aeroportos de Kobe (Japão) e Salvador da Bahia (Brasil). Já este ano começou também a gerir o aeroporto de Belgrado (Sérvia). A Vinci venceu o concurso de privatização da ANA em Dezembro de 2012.



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