ARAC
21 Julho 2018 | 16:42
Notícias
2018-07-20Governo e patrões em choque frontal na linha da Beira Alta
CIP emitiu ontem um comunicado crítico face aos investimentos do Governo para a rede ferroviária nacional. Em entrevista, o presidente do Conselho da Indústria da CIP, Luís Mira Amaral acusa o Executivo de estar a fazer remendos em linhas velhas.+
2018-07-20Mais de 400 mil condutores apanhados pelos 30 radares do Sistema Nacional de Controlo de Velocidade
Um sistema para deteção automática da infração de excesso de velocidade, composto por 30 radares móveis instalados em 50 locais considerados críticos, apanhou 400 mil condutores em 11 meses.+
2018-07-20A estranha história da taxa turística no aeroporto que existe desde 2015 e nunca foi cobrada
A taxa turística no aeroporto aparece em todos os regulamentos da Lisboa desde 2015. A ANA pagou-a uma vez porque "estava entre a espada e a parede". Acaba no outono sem nunca ter sido cobrada.+

Notícias



Mais CO2 faz disparar imposto automóvel
TSF


O Jornal de Notícias dá o exemplo do imposto que passará a ser cobrado pela aquisição de um Opel Astra 1.6 CDTI: mais 3260 euros. É uma consequência do novo método de homologação dos veículos que permite uma medição mais precisa dos consumos, mas também das emissões de dióxido de carbono.

A expectativa é que com este novo procedimento se venha a concluir que os veículos emitem, de facto, mais dióxido de carbono do que os valores apurados através do método até aqui em vigor. Ora como a emissão de gases poluentes é um dos indicadores para calcular o imposto automóvel, então, mais dióxido de carbono significa mais imposto a pagar.

É isto que esperam os representantes de várias marcas escutadas pelo JN, o caso da Renault. O diretor de comunicação da marca francesa afirma que as novas regras vão aumentar em milhares de euros o preço dos automóveis. Para fazer face a este cenário, os representantes da Opel, da PSA e da BMW alertam para a necessidade de alterar as tabelas do imposto automóvel.

Fonte do ministério das Finanças, contactada pelo Jornal de Notícias, explica que o governo está a acompanhar a situação de forma articulada com a ACAP (Associação do Comércio Automóvel de Portugal).

O novo método de medição do dióxido de carbono já é aplicado aos novos modelos desde 1 de setembro do ano passado. A partir de setembro deste ano será alargado aos carros novos de modelos mais antigos, exceção feita aos veículos em fim de série. As exceções acabam a 1 de janeiro de 2019.




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