ARAC
21 Setembro 2018 | 17:40
Notícias
2018-09-21Receitas turísticas subiram para 8,9 mil milhões de euros
2018-09-21Mais de 90% dos gases de refrigeração vão para a atmosfera
Em Portugal, em 2017 apenas foram recolhidas e tratadas 27 toneladas de gases de refrigeração das 322 toneladas destes gases que estão nos equipamentos de frio, como frigoríficos, arcas congeladoras e ares condicionados. Isto corresponde a uma recuperação de apenas 8,4% destes gases destruidores da camada de ozono.+
2018-09-21Défice do primeiro semestre fixou-se em 1,9%
Dados revelados pelo INE esta sexta-feira revelam melhoria face aos primeiros seis meses de 2017, no qual o saldo global das Administrações Públicas (AP) se tinha fixado em 6,1%, devido ao impacto da recapitalização da CGD.+

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Novos escalões de IRS: 1,5 milhões de contribuintes vão beneficiar
Jornal de Negócios


O Correio da Manhã explica que os novos escalões de IRS já têmum acordo de princípio do PCP e do BE e, caso não haja nenhuma surpresa, deverão constituir o desenho final do alívio fiscal para o próximo ano. Um milhão e meio de contribuintes deverá beneficiar dele.

Os cinco escalões actuais transformam-se em sete, com as alterações a concentrarem-se no segundo e no terceiro. O segundo escalão – que ia dos 7.091 aos 20.261 euros por ano, como uma taxa de 28,5% – desdobra-se em dois. Um dos 7.091 aos 10.700 euros e outro dos 10.700 aos 20.261 euros/ano, com taxas de 23% e 28,5%, respectivamente.

O terceiro escalão – que ia dos 20.261 aos 40.522 euros anuais, com uma taxa de 37% - também se divide. Passará a existir um escalão dos 20.261 aos 25.000 euros e outro dos 25.000 aos 36.856 euros, com taxas de 35% e 37%. Quem ganhe entre 36.856 e 40.522 euros/ano passa para o sexto escalão (antigo quarto), o que significa que rendimentos acima de 1.785 euros por mês não beneficiarão deste alívio.

Importa referir que todos estes valores dizem respeito ao rendimento colectável dos contribuintes e não o rendimento bruto. É necessário deduzir o valor bruto de deduções específicas.

Segundo as contas do CM, estas mudanças traduzirão um alívio para 1,5 milhões de contribuintes. Cerca de um milhão do antigo segundo escalão e 500 mil do antigo terceiro. A medida deverá representar uma perda de receita de 400 milhões de euros.

A este desdobramento de escalões junta-se ainda o aumento do chamado "mínimo de existência", de 8.500 para 8.850 euros, isentando de IRS os contribuintes com salários até 632 euros por mês.



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