ARAC
22 Setembro 2017 | 16:05
Notícias
2017-09-19ARAC: Frotas das rent-a-car aumentam em Agosto
Segundo a ARAC , a associação do sector, o crescimento das frotas das empresas de rent-a-car deve-se sobretudo ao actual sucesso do turismo em Portugal.+
2017-09-19CTP apresenta “Roteiro para a Competitividade” no Dia Mundial do Turismo
Desta vez, a Confederação do Turismo Português comemora o Dia Mundial do Turismo a Norte e vai assinalar a data com a apresentação do “Roteiro para a Competitividade”. O evento, em Vila Nova de Gaia, vai contar com a presença do Presidente da República, do Primeiro-Ministro e do ministro da Economia.+
2017-09-19Rent-a-car: Compra de novas viaturas dispara em Agosto
Em Agosto, venderam-se em Portugal 14.414 veículos ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros, o que equivale a um aumento de 11,7% face mês homólogo do ano anterior, segundo os dados fornecidos pela ACAP – Associação Automóvel de Portugal e divulgados pela ARAC- Associação dos Industriais de Aluguer de Automóveis sem Condutor.+

Noticias Internacionais do Sector


Aluguel de blindados

No universo da blindagem automotiva, um serviço bastante procurado nas grandes capitais brasileiras é a locação de veículo blindado. Para recorrer a esse tipo de proteção, porém, é preciso que se obedeça a algumas normas presentes na regulamentação.

A locação de blindados é autorizada somente por empresas registradas no Exército e para locatários previamente autorizados pela Secretaria de Segurança Pública onde está sediada a empresa locatária, podendo ser liberada por prazo determinado pelos órgãos responsáveis. “A regulamentação também exige que as empresas locadoras mantenham arquivados todos os documentos da pessoa física ou jurídica que solicitou a locação, devendo, quando solicitadas, prestar as informações aos mesmos órgãos da fiscalização”, explica o presidente da ABRABLIN.

Esse tipo de serviço, já muito utilizado entre executivos em trânsito entre cidades, de acordo com a percepção do mercado, tem a procura elevada em anos eleitorais, quando candidatos à presidência, governos estaduais, ao Senado, Câmara Federal ou Assembléias Legislativas costumam procurá-lo. Outros grandes eventos, como a Copa do Mundo, a ser realizada em 2014 no país, e os Jogos Olímpicos, em 2016, devem impulsionar ainda mais esse setor. E para atrair esses clientes, além de alugar o carro blindado, algumas empresas oferecem como diferencial o serviço com motorista com curso de direção defensiva, capaz de atuar nas mais complicadas situações.

Terceirização dos carrosblindados.

A procura pela terceirização de modelos de luxo blindados também tem crescido, conforme acompanhamento da ABLA. Embora a terceirização de modelos de luxo blindados ainda não tenha sido incluída no Censo ABLA, efetivamente a demanda cresceu. Esse tipo de terceirização é um fenômeno relativamente recente no Brasil e deverá ser incluído em pesquisas futuras da ABLA.

Empresas dos mais variados setores têm consultado locadoras de automóveis para oferecer o carro blindado como benefício aos executivos de primeiro e até de segundo escalão. Os carros são incluídos nos contratos fechados com as Locadoras, gerando para o cliente uma economia de 25%, em média, se comparada a empresas que compram carros de luxo blindados para uso de seus executivos.

Trata-se, portanto, de um nicho de mercado promissor para as locadoras de automóveis, pois a tendência é que a procura cresça não apenas no Sudeste, como vinha ocorrendo desde 2001. As Locadoras que atuam no Sul, Norte, Nordeste e Centro-Oeste também começam a ganhar novos clientes neste nicho dos modelos de luxo blindados.

Como escolher a blindadora.

Antes de decidir onde blindar os carros da frota, a locadora de automóveis precisa verificar o tempo de mercado da empresa blindadora. O custo da blindagem e a garantia que a empresa oferece também devem ser itens levados em conta, mas em um segundo momento. O mais importante é saber se a blindagem dará a segurança necessária ao usuário. Exija que a blindadora mostre o seu Certificado de Registro (CR) no Exército. Sem este documento a empresa não pode atuar no segmento, uma vez que o carro blindado integra a lista de produtos controlados. Questione se os materiais utilizados na blindagem foram aprovados em testes feitos pelo Exército e se isso pode ser comprovado por uma cópia do Relatório Técnico Experimental (ReTEx) expedido pelo próprio Exército.

Não se contente em conhecer o show- room da blindadora. Visite o local onde a blindagem é executada. Procure saber antecipadamente quanto tempo levará o serviço. Algumas empresas disponibilizam fotos da evolução do processo. Isso pode ser a garantia de que os veículos da frota estão realmente recebendo a blindagem oferecida. Escolha o nível de blindagem de acordo com a necessidade de segurança do cliente. Para isso, é preciso consultar a tabela de resistência balística.

Todas as descrições utilizadas pelas empresas devem indicar a resistência aos projéteis, equivalente aos níveis definidos pelo Exército. Certifique-se de que a blindagem será realizada tanto na parte transparente (vidros), quanto nas áreas opacas. Toda a cabine deve estar protegida, já que o Exército proíbe a blindagem parcial. Repita esse processo com pelo menos duas blindadoras e não se deixe levar por fatores subjetivos. Somente depois de checar esses procedimentos, analise o preço e o período de garantia oferecido.

Ao receber o carro, verifique o Termo de Responsabilidade e certifique-se de que todos os materiais utilizados na montagem – vidro balístico, mantas de aramida e aço – têm o nível de segurança pelo qual você optou. O descritivo de cada um dos materiais deverá estar especificado no Termo, documento sem o qual o Exército não permite o registro do veículo blindado. Esta é a garantia da locadora, o termo legal no qual a blindadora se responsabiliza pelo serviço.

Venda do blindado.

Muitos proprietários de veículos blindados não sabem que a venda e a transferência de um veículo com este tipo de proteção tem um trâmite diferenciado. “As transferências de propriedade devem ser precedidas de autorização prévia e específica da Secretaria de Segurança Pública do Estado onde o novo proprietário reside, conforme o artigo 6º da Portaria 013 do Departamento Logístico (D Log) do Exército, editada em 19 de agosto de 2002, que regulamenta o setor de blindagem”, explica o presidente da ABRABLIN.

“Normalmente, não há má-fé. Por puro desconhecimento do processo legal, os usuários não atentam para essa determinação e vendem seus carros como se fossem comuns”, afirma Conde. Quem vende um veículo blindado deve passá-lo ao novo proprietário somente após a obtenção de tal autorização.

No caso de o carro ter pertencido a um único proprietário, junto com os demais documentos o comprador deve exigir que o vendedor apresente o Certificado de Registro de Blindagem de Veículo. Essa ação é muito importante, pois, comprova que o veículo foi blindado com autorização do Exército Brasileiro e que está perfeitamente regularizado junto a esse órgão de fiscalização, além de ratificar que teve procedência licita.

Por outro lado, é muito importante que o antigo proprietário, após efetuar a venda de seu veículo, dê baixa em sua documentação junto à Secretaria de Segurança de seu estado. “Muitas vezes esse trâmite também é esquecido, perigosamente. Isso porque, perante os órgãos de controle e fiscalização, a responsabilidade pelo veículo continuará sendo do antigo dono, mesmo após a revenda”, alerta Conde.

Outro erro é não entregar o Termo de Responsabilidade da blindadora que produziu o veículo ao novo proprietário. “Quem compra um blindado deve exigir esse documento, pois, mesmo após ter vencido o período de garantia dos produtos utilizados, a blindadora continua sendo responsável pelo serviço realizado. Como os produtos comuns, os blindados também podem apresentar problemas de fabricação. As revendedoras associadas à ABRABLIN não aceitam revender veículos que não estiverem acompanhados do Termo de Responsabilidade das blindadoras. Do contrário, a quem recorrer caso haja algum problema?”, questiona Conde. O carro que não possui esse documento perde valor.

Manutenção preventiva garante proteção eficiente.

Ter um veículo blindado significa poder trafegar com mais segurança pelas ruas, reduzindo o estresse provocado pelo constante medo de assaltos e outros tipos de violência. Para ter garantida, porém, total proteção da blindagem, é necessário que seus usuários cultivem alguns cuidados especiais.

O tipo de relevo onde o carro trafegará e as condições climáticas às quais o veículo será exposto são alguns dos pontos que devem ser analisados pelo usuário do blindado. Tais fatores influenciam diretamente na manutenção da qualidade da proteção balística.

Carros submetidos a trajetos em terrenos instáveis ou muito esburacados podem sofrer torções na carroceria e, por consequência, trincas nos vidros, caso não sejam conduzidos dentro de padrões normais de direção. Essas trincas também podem surgir em consequência de impactos, como o de cascalhos ou pedregulhos que se soltam do asfalto irregular, ou ser desencadeadas por choques térmicos, resultado de variações bruscas de temperatura. Levar um blindado que ficou por muito tempo exposto ao sol a um lava-rápido, por exemplo, pode provocar tais trincas. E dependendo do tamanho delas a blindagem pode ser afetada.

Já a exposição exagerada ao calor pode provocar outro problema nos vidros do carro blindado, comprometendo a qualidade de sua proteção: a delaminação. Ela é facilmente notada pelas bolhas de ar esbranquiçadas que surgem na parte transparente da blindagem. As bolhas podem ocorrer quando o carro é submetido a intenso e constante calor como, por exemplo, quando permanece diariamente em ambiente externo em localidades de incidência solar muito forte. Por isso, é essencial que o proprietário de um blindado tenha muita atenção na hora de escolher onde estacionar seu veículo. Independentemente das situações expostas, os melhores e mais credenciados fabricantes de vidros oferecem uma garantia mínima de três anos contra o processo.

Outras medidas preventivas devem ser tomadas para que o carro blindado tenha a sua proteção máxima garantida:

- Ao fechar as portas do carro, evite deixar o vidro aberto. A batida das portas pode afetar os componentes da blindagem.

- Não use qualquer produto químico ou abrasivo para a limpeza interna dos vidros. Use pano macio umedecido com água.

- Não conecte nenhuma ventosa no vidro. As utilizadas para fixar o aparelho GPS, por exemplo, danificam a parte interna do vidro, o polibicarbonato considerado o material mais nobre da área transparente.

- Pode ser óbvio, mas muitos usuários esquecem que estão em um carro blindado e circulam com os vidros abertos. É evidente que, com tal procedimento, o veículo deixa de oferecer segurança. As blindadoras costumam restringir a possibilidade de abertura parcial dos vidros traseiros, mas liberam o manuseio dos dianteiros em situações como pedágios ou cancelas de shoppings, por exemplo. Excluídas essas exceções, é fundamental que o vidro permaneça sempre fechado.

- Justamente para evitar a abertura do vidro e preservar todo o sistema, realize as revisões periódicas do ar condicionado de acordo com o manual do proprietário ou, em outra hipótese, procure uma oficina capacitada para executar a manutenção desse importante item de conforto.

- Faça revisões periódicas e detalhadas do blindado. Para tal serviço, procure a empresa responsável pela blindagem ou alguma oficina especializada, devidamente registrada no Exército. É aconselhável conjugar as revisões de blindagem com a indicada pela montadora, pois, mesmo por conta do peso acrescido com a proteção, peças como amortecedores, freios e suspensão sofrem maior desgaste em decorrência das condições do piso e da maneira de condução do que propriamente pela carga extra da blindagem propriamente dita.

- Como em qualquer veículo, não deixe de calibrar os pneus com freqüência, seguindo as medidas recomendadas pela blindadora. Esse cuidado evita que o veículo sofra redução de seu desempenho, mesmo com o peso da proteção acrescido.

- Tenha sempre em mente os conceitos básicos de segurança. Dirija com segurança e extrema atenção, obedecendo a um espaço mínimo entre o seu carro e o veículo da frente. Em caso de uma abordagem, esse espaço auxiliará na fuga da zona de perigo.

Mitos e Verdades da blindagem

• Verdade: o peso da blindagem pode prejudicar o desempenho do motor. Por isso, muitas blindadoras, buscam a redução do peso dos materiais utilizados. Na hora de concretizar o negócio, algumas alardeiam que a cabine de um sedan fica protegida contra disparos de pistolas 9mm ou de revólveres Magnum 44, com acréscimo de apenas 100Kg. Para se ter uma idéia, só os vidros blindados de um Omega, por exemplo, pesam em média 160Kg (nível III-A – 21mm).

• Mito: quanto mais espesso os materiais (vidro, aço, manta etc.), maior a proteção. Na verdade, as normas técnicas especificam contra quais projéteis um determinado nível de blindagem deve resistir e não a espessura dos materiais. Caso contrário, não haveria progresso tecnológico.

• Verdade: o uso de mantas de aramida no lugar do aço reduz o peso da blindagem. É verdade, mas o aço não pode ser dispensado porque as mantas não têm resistência mecânica nas bordas. Por isso, é necessária a utilização do aço em diferentes partes do veículo, como nas portas, colunas, nas bordas das mantas e dos vidros. Só assim a cabine estará protegida.

• Mito: coletes blindados são invulneráveis. É bom deixar claro que alguns ‘coletes’ a prova de balas, independentemente da resistência balística, são vulneráveis a facas e outras armas brancas. A área de impacto de um projétil é diferente da de um objeto pontiagudo. Mas hoje já existem coletes também à prova de facas e de outras armas brancas. É preciso que o consumidor fique atento.

Fonte: ABRABLIN.



PRESS RELEASE

 FOR IMMEDIATE RELEASE 

Leaseurope’s National SME Leasing Roundtable Initiative Takes Off


Brussels, 15 January 2016 - Leaseurope, the trade association representing the European leasing and automotive rental industries, is launching a series of roundtable meetings across European countries to discuss leasing as a key source of finance for SMEs. The aim is to explore the national SME financing landscape and improve the understanding of leasing as a valuable form of investment finance, as well as identifying any potential obstacles hindering its use by local SMEs and how these could be tackled at national and ultimately European levels.

This roundtable series marks the continuation of Leaseurope’s research initiative on leasing to European SMEs. In 2011 and 2015, Oxford Economics undertook two studies The Use of Leasing Amongst European SMEs on behalf of Leaseurope in order to better understand and quantify the importance of leasing to this key segment. Through the national SME roundtables, Leaseurope, together with its Member Associations, intends to explore the results in more detail at country level and to supplement the findings with qualitative insights from various SME stakeholders. The outcomes of these discussions will be published as a series of national case studies/summary reports.

The first roundtable was held on 15 December 2015 in Milan, organised by Leaseurope’s Italian Member ‘Associazione Italiana Leasing’ (ASSILEA). More roundtables in other European countries are foreseen in 2016.

Leon Dhaene, Director General of Leaseurope, said that: “Leasing to SMEs remains a core focus area of Leaseurope’s research programme, which has been instrumental in building a comprehensive dataset and gathering market intelligence on this key client segment for our industry. I believe leveraging the findings at European level and acting locally through our Member Associations are equally important. By initiating these national roundtables, Leaseurope again contributes to the debate on SME access to finance and provides various SME stakeholders and policy makers with valuable evidence showing that leasing is a crucial form of finance for SMEs.”

Enrico Duranti, Leaseurope’s Chair and General Manager of Iccrea BancaImpressa welcomed the initiative: “Our industry has a clear role to play in facilitating SME access to finance and I am pleased that ASSILEA took the opportunity to organise such a debate in Italy, where small businesses have been particularly hard-hit by the economic crisis and are in need of solutions to support their investment. We see that leasing is more popular amongst SMEs in those countries, where firms are better informed about the universal advantages of leasing and can access it through diversified distribution channels. The vendor channel, i.e. the point of sale of the asset, is particularly important, providing one-stop shop for equipment and finance. Moreover, lessors’ solid business models tailored to small businesses, as well as increased offers for small ticket items, are among the drivers of SMEs’ use of leasing.”

NOTES FOR THE EDITORS: 

How to Obtain the Report 

To access the 2015 report please visit the SME page on Leaseurope’s website.

About Leaseurope

As a Federation, Leaseurope brings together 45 associations throughout Europe representing either the leasing, long term and/or short term automotive rental industries. The scope of products covered by Leaseurope's members ranges from hire purchase and finance leases to operating leases of all asset types (automotive, equipment and real estate) and also includes the rental of cars, vans and trucks. It is estimated that Leaseurope represents approximately 91% of the European leasing market. Find out more at www.leaseurope.org

About Leaseurope’s Research Programme

Leaseurope’s Research Programme enables the Federation to be a catalyst for leasing and automotive rental related research at European level. It is instrumental in ensuring that the leasing industry is provided with up-to-date and comprehensive market data, research studies and publications on the trends and developments of the leasing and automotive rental industry. This research expertise helps to reaffirm our position as an information hub and centre for market intelligence. More information on the Leaseurope Research Programme can be found here.

Media Contacts 

For further information, please contact: 

Anne Valette Head of Communications 
+32 2 778 05 65 

Jurgita Bucyte Senior Adviser, Economic & Financial Affairs 
+32 2 778 05 63 

Associadas reelegem Conselho Nacional para 2016-2017

Em assembleia geral realizada no dia 26 de novembro, em São Paulo (SP), as empresas associadas da ABLA – Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis – elegeram os integrantes do Conselho Nacional para o biênio 2016-2017. Paulo Nemer, da Rede Brasil, foi reeleito para a Presidência, com Carlos César Rigolino Júnior, da Transvepar, como seu Vice-Presidente (foto).

A eleição teve chapa única. Ao lado de Nemer e Rigolino, farão parte como titulares do Conselho Gestor Carlos Faustino (Thrifty), Célio Fonseca (Yes), Flavio Naban (Auto Ricci), Marcelo Fernandes (Localiza), Marconi Dutra (Scala Locadora), Nildo Pedrosa (Locavel), Paulo Eduardo Sorge (JSL/Movida), Paulo Miguel Jr. (Paluana Locadora), Saulo Fróes (Lokamig) e Simone Pino (LM).

Para o Conselho Fiscal da ABLA, foram eleitos como titulares Alberto Faria da Silva (Lupa Rent a Car), Alvani Manoel Laurindo (Yes), Eduardo Correa da Silva (Ranking Locação), Jacqueline Moraes de Melo (Rede Brasil), Marco Aurélio Nazaré (Localiza) e Ricardo Gondim Espirito Santo (NIU Serviços Expressos).

Conforme os mais recentes números da ABLA, o setor de locação de automóveis tem faturamento anual superior a R$ 14 bilhões e é o maior cliente das montadoras que atuam no Brasil, responsável pela compra de mais de 12% dos veículos vendidos anualmente no País. Ao todo, o setor atende mais de 25 milhões de usuários por ano e possui frota total superior a 700 mil veículos.


Fonte: "ABLA"


PRESS RELEASE 

EMBARGO UNTIL 12 JANUARY 2016 (10:00 CET) 

Leaseurope Reaction to Publication of New Lease Accounting Standard, IFRS 16, by International Accounting Standard Board

Brussels, 12 January 2016 – The International Accounting Standards Board first started to look at a new leases standard in 2006 and ever since then Leaseurope1 has strived on behalf of the European leasing industry to ensure the Board’s deliberations have been well-informed. Leaseurope expects the final version of the Standard tomorrow to be very different from the draft issued in 2013, the last time the IASB consulted publicly on the proposals. It is already clear that the IASB has simplified the rules including in areas called for by Leaseurope. Simpler rules are essential to ensure the new Standard does not interfere with the ability of European businesses to invest using leasing. Research shows that a reduction in the use of leasing will reduce overall business investment, harming the European economy. In addition to very significant simplification, Leaseurope hopes the IASB has found a better way to distinguish between leases and services. European businesses are increasingly focused on the benefits they obtain from using equipment and vehicles. They are becoming less interested in the particular assets being used to deliver those benefits and for this reason distinguishing between leases and services is getting more difficult. A clearer and more meaningful solution to this problem will be essential to the success of the Standard. The European Financial Reporting Advisory Group (EFRAG), which advises the European Commission on whether the new rules are in the European public good and should be approved for use in Europe by the largest companies that follow international accounting standards, is expected to issue a public consultation. Leaseurope will review the new Standard in detail to see if the IASB has delivered rules that will work in practice for European businesses. Leaseurope will also review the IASB’s cost/benefit analysis to ensure it properly reflects the extra costs for businesses that invest using leasing and does not overstate the benefits to users of accounts including investors. Enrico Duranti, Chair of Leaseurope states “Leasing delivers very significant real economic benefits to millions of European businesses and changing the accounting treatment should have no impact on this. However, it has been three years since businesses have had a chance to review the new rules and they have changed a great deal in that time. Leaseurope will be reviewing the new Standard and the cost/benefit analysis in detail and providing our feedback to EFRAG, but it’s important that European companies that lease property, equipment or vehicles also alert EFRAG and the European Commission if they see any problems.” 

NOTES FOR THE EDITORS 

About Leaseurope As a Federation, Leaseurope brings together 46 associations throughout Europe representing either the leasing, long term and/or short term automotive rental industries. The scope of products covered by Leaseurope's members ranges from hire purchase and finance leases to operating leases of all asset types (automotive, equipment and real estate) and also includes the rental of cars, vans and trucks. It is estimated that Leaseurope represents approximately 91% of the European leasing market. More on Leaseurope at www.leaseurope.org 

Background Information 

1. The new accounting standard will mean that operating leases, which are currently ‘offbalance sheet’, will go on lessees’ balance sheets for the first time. Most leasing of business equipment in Europe is already on-balance sheet as finance leases. Most off-balance sheet leasing (probably over 95%) is for property, not equipment. Detailed information on off-balance sheet operating leases is usually already included in company’s accounts, in notes just under the balance sheet. 

2. Leasing equipment and vehicles delivers significant benefits and keeping some leases off-balance sheet is not why it is used. The benefits of using lease finance include: 

  • The possibility to finance 100% of the purchase price of an asset without having to offer any supplementary guarantees which would otherwise be an additional burden for the company seeking finance; 
  • Allowing companies to manage their working capital by spreading payments over the life of the asset; 
  • Making budgeting exercises easier as lease payments are regular and usually for a fixed amount; 
  • Giving firms the opportunity to renew their equipment, making sure that they benefit from the latest available technologies; 
  • Providing other sources of finance, independent from bank loans or credit lines, thereby conveying more freedom to the lessee; 
  • Ensuring the lessee has a stable and certain source of funds that cannot be withdrawn as long as payments are made; 
  • The ability for the lessee to use equipment or other assets without having to worry about considerations linked to being an owner such as the disposal of the asset when it is no longer used; 
  • Providing customers will a full package - a lease can also accompanied by an array of services, including the insurance and maintenance of the asset. A wide range of services can be combined with different types of leases; 
  • Taking advantage of local fiscal treatment which implies that leasing can also be beneficial from a tax point of view; Leaseurope  Being the only available source of funds. In certain cases, particularly for smaller companies who have high growth potential, leasing may be the only way to finance their development; 
  • Generally speaking, providing finance in circumstances when traditional bank facilities would not be granted as lessors have greater security due to the ownership of the asset. This also implies that leasing may be offered on better terms than other forms of finance. 

3. Listed companies and certain other businesses, collectively called ‘Public Interest Entities’ are required under European law to follow international accounting standards. They represent far less than 1% of European businesses. National accounting regulators fix the rules for other companies and will need to decide in the medium to long-term (e.g. 5 to 10 years) whether to require smaller companies to change the way they account for leases. 

Media Contacts 

For further information, please contact: 

Anne Valette 
Head of Communications 
Tel +32 2 778 05 65 
a.valette@leaseurope.org 

Julian Rose 
Leaseurope’s Lease Accounting Committee
j.rose@leaseurope.org


DFT plans increased penalties for drivers using phones

Release Date:
03/02/2016

The Department for Transport is seeking feedback on proposed changes to penalties for the offence of using a hand-held mobile phone whilst driving.
In a consultation published last week, DfT suggested increasing the fixed penalty notice (FPN) level from £100 to £150 for all drivers. 

The offence will also incur increased penalty points, with car drivers picking up four points and HGV drivers receiving six points. Currently the offence carries three penalty points.

The BVRLA welcomes the proposals, which aim to reduce the number of deaths and injuries on the roads.






 

Mercado de veículos mostra queda de 12,6% em julho

Depois do forte desempenho registrado, sobretudo, durante o segundo trimestre, as vendas de veículos novos no país perdem fôlego neste mês, marcando queda tanto em relação a junho como na comparação com igual período do ano passado. Na primeira quinzena de julho, os licenciamentos de veículos – entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus – tiveram queda de 12,6%, em relação ao mês anterior.

Na comparação com o mesmo período do ano passado, quando a indústria de carros teve o terceiro melhor mês de toda a história, a queda foi de 12,9%, segundo levantamento da Fenabrave, a entidade que representa as concessionárias de veículos. O menor ritmo acontece num momento em que o setor acumula altos estoques. O volume de veículos parados nos pátios de montadoras e revendas fechou junho em nível equivalente a 39 dias de venda, quando o normal seria um giro mais próximo a 30 dias.

A menor atividade da indústria, contudo, pode contribuir a um melhor equilíbrio dos estoques, já que a produção foi comprometida no início do mês por problemas de abastecimento de autopeças causados pela greve dos caminhoneiros e paradas em diversas fábricas durante os protestos promovidos por centrais sindicais na última quinta-feira. Já nesta semana, 1,7 mil operários da Volkswagen em São Bernardo do Campo (SP) entraram em férias coletivas de dez dias. A partir da semana que vem, a General Motors (GM) também vai dar férias coletivas, até 4 de agosto, aos 750 funcionários da linha de produção do sedã Classic em São José dos Campos (SP).

No total, foram vendidos 154,2 mil veículos nos 15 primeiros dias deste mês, o que reduz o ritmo de crescimento no acumulado do ano para 3,1%. No fechamento do primeiro semestre, as vendas de veículos acumulavam alta de 4,8%.

Quando se considera apenas o mercado de carros de passeio e utilitários leves, as vendas somaram 145,9 mil unidades na primeira quinzena de julho, com recuo de 13,1% em relação a junho e de 14,5% na comparação com o volume de um ano antes.

Dado o fortalecimento da base de comparação, a queda na comparação anual já era esperada. Na esteira do anúncio de descontos no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que chegavam a zerar a alíquota para carros populares, a indústria automobilística registrou entre junho e agosto de 2012 alguns de seus melhores resultados na história. “O efeito da redução do IPI sobre as vendas é o principal diferencial dos resultados do ano passado”, afirma Flávio Meneghetti, presidente da Fenabrave. Ele acrescenta que o aumento dos juros, tornando mais caro o “custo do dinheiro”, também pesa sobre o desempenho de 2013.

Na briga das marcas, a Fiat se mantém na liderança das vendas de carros neste mês, respondendo por 21,5% do total emplacado. Na sequência, aparece a General Motors (18,8), que volta a superar a Volkswagen, com 18,1%, na disputa pelo segundo lugar.

Apesar dos números negativos dos veículos leves, o mercado de caminhões continua em recuperação, com alta de 28,7% neste mês, em relação ao fraco resultado de 2012. Na comparação com junho, contudo, as vendas de caminhões – que somaram 7 mil unidades na quinzena – recuam 3,6%.

Fonte: ABLA

Para G-20, saída do Reino Unido da UE seria um golpe na economia mundial


Diante da pressão de alguns setores do Partido Conservador britânico, grandes potências alertam para riscos de tensões geopolíticas e queda brusca no preço das matérias-primas.


A delegação do Reino Unido na reunião do G20 em Xangai, neste final de semana, conquistou o apoio explícito para que o país permaneça na União Europeia(UE). Trata-se de uma importante vitória para os britânicos que veem o risco de uma separação da UE, num momento em que alguns setores do Partido Conservador do primeiro-ministro David Cameron, sob o comando do prefeito de Londres Boris Johnson, separam-se da linha oficial e pedem abertamente o voto à saída da União. Desta forma, o Governo vê seu ponto de vista referendado pelas grandes potências mundiais.

O impacto de uma potencial saída da Inglaterra é um dos maiores riscos de desestabilização da economia mundial, segundo o comunicado conjunto feito no sábado pelos ministros das Finanças das 20 maiores potências mundiais. Nos itens seguintes ao Brexit(saída do Reino Unido da UE), o G20 alerta sobre o perigo da volatilidade nos fluxos de capital, a queda brusca do preço das matérias-primas, as tensões geopolíticas e a crise dos refugiados.

Mesmo que a inclusão desse ponto no texto final não figurasse nos rascunhos iniciais, a pressão da delegação britânica conseguiu arrancar duas menções contundentes: oBrexit, diz o G20, seria um “golpe” e uma “comoção” não somente à Europa, mas ao mundo inteiro.

O ministro das Finanças do Reino Unido, George Osborne, destacou ao final do encontro que seus homólogos concluíram “por unanimidade” que a possibilidade de umBrexité um dos maiores perigos enfrentados pelo crescimento global em um momento de fraqueza generalizada. Em declarações à BBC, o responsável pela economia britânica afirmou que essa questão é “extremamente séria” e não “uma viagem de aventuras ao desconhecido”. “Se é um golpe à economia mundial, imagine o que significaria ao Reino Unido”, afirmou.

A menção a uma potencial saída da UE faz com que esse risco tenha dimensão global e é, sobretudo, um respaldo ao Executivo britânico internamente.

Outros membros de alto escalão presentes na reunião de Xangai, como a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, e o secretário do Tesouro norte-americano, Jack Lew, também expressaram publicamente seu temor de que o Reino Unido abandone a UE. Até mesmo as autoridades chinesas, pouco afeitas a comentar assuntos domésticos de outros países, afirmaram diversas vezes que são partidárias de “uma Europa unida”.

“A Espanha apoia a permanência, não só pelo tamanho do Reino Unido como economia, mas pela influência positiva que sempre tem sobre as decisões comunitárias”, disse, por sua vez, o ministro da Economia espanhol, Luis de Guindos. “A saída do Reino Unido seria uma má notícia para o próprio Reino Unido, para a UE e para a economia mundial”. Em sua opinião, se trata de um “sentimento generalizado”, informa a agência Efe.

Além do Reino Unido, outro país europeu que esteve nas manchetes nos últimos meses, a Grécia, também foi protagonista em Xangai. O FMI demonstrou no sábado seu temor de que o país helênico tenha dificuldades, já a partir do final de março, para pagar sua dívida e pediu a Atenas rapidez na implementação das reformas, apesar da carga adicional a que se viu submetido em relação à crise dos refugiados. Segundo publicação da revista alemãDer Spiegelno sábado, o FMI se preocupa especialmente com a disposição de muitos países europeus em mostrar uma maior flexibilidade com o Governo grego no cumprimento dos compromissos adquiridos com o terceiro resgate por conta da crise de refugiados.

Fonte: "El País"


Travailleurs détachés : Bruxelles veut imposer « un salaire égal pour un travail identique »

L’initiative vasatisfairelaFranceet l’Allemagnemais elle risque decreuserun peu plus encore le fossé entre l’ouest et l’est de l’Europe: la commissaire européenne, Marianne Thyssen, chargée de l’emploiet des affaires sociales, doitannoncer, mardi 8mars, une révision de la directive «travailleursdétachés» de 1996 sur les travailleurs détachés. L’objectif est deréduireau maximum les différences de coût du travail entre salariés dans un même pays.

Il n’est pas question d’abandonner le principe même du travailleur détaché.« Il est à la base de notre marché intérieur unifié. Mais les abus se sont multipliés, et l’incompréhension monte chez nos concitoyens, nous devonstenterd’yremédier»,selon MmeThyssen, qui fut la présidente du Parti chrétien-démocrate flamand (CD&V) durant l’une des périodes les plus compliquées de l’histoiredu royaume belge, avec une crisepolitiquequi dura plus de cinq cents jours.

  • Quelles sont les propositions formulées par Bruxelles ?

La principale nouveauté apporée par la Commission européenne: le fait que les travailleurs détachés, employés dans un autre pays de l’Union avec un contrat de leur pays d’origine, devrontbénéficierdes mêmes conditions de rémunération que leurs collègues travaillant pour la même entreprise avec un contrat de ce pays «d’accueil».

Jusqu’à présent, la directive de 1996 n’imposait qu’une seule chose: que les travailleurs détachés touchent au moins le salaire minimum du pays d’accueil. Désormais, ils devraient aussipouvoirprétendre au 13emois, aux primes de Noël ou d’ancienneté si elles existent dans le secteur ou la branche qui les emploient.

«Nous devonsimposerle principe d’un salaire égal pour un travail identique dans tous les secteurs»,explique MmeThyssen auMonde. C’est toutefois aux Etats qu’il appartiendra defixercette règle, pas à la Commission, souligne-t-elle.

Un exemple? Un travailleur détaché dans le secteur de la construction enBelgiquedevraitrecevoir, en plus du SMIC local (il oscille entre 13,37 à 19,31euros de l’heure), des avantages liés aux accords collectifs dans le secteur dans ce pays, c’est-à-dire une allocation en cas de mauvais temps, une prise en charge d’une partie de ses déplacementset de ses vêtements de travail, une prime liée à la pénibilité de certaines tâches, etc.

«Par ailleurs, le travail détaché est par définition temporaire. Mais la notion de “temporaire” est restée jusqu’à présent trop vague dans les textes européens. Nous voulons que le détachement ne dure pas plus de deuxans. Au-delà de vingt-quatremois, un travailleur détaché sera donc soumis à toutes les lois régissant lesconditions de travaildu pays d’accueil»,précise la commissaire.

En France, par exemple, il bénéficiera des 35heures.

  • Que «pèsent» aujourd’hui les travailleurs détachés ?

S’il demeure un phénomène marginal au regard de l’ensemble de lapopulationsalariée dans l’Union (0,7%), le nombre de travailleurs détachés a fortement progressé (de près de 45%) entre2010 et2014.

Pourvus de missions de quatremois, en moyenne, ils se concentrent principalement dans le bâtiment (43,7%), l’industriemanufacturière (21,8%), l’éducation, la santé et les services sociaux (13,5%). Les secteurs de l’agriculture et des abattoirs ont, eux aussi, été en partie déstabilisés.

Lire aussi : De la Pologne à la France, le quotidien précaire des travailleurs détachés

La France, l’Allemagne et la Belgique regroupent aujourd’hui la moitié environ des 1,9million de travailleurs détachés. Ils étaient 400000 en France, en2014. Selon les données de la Commission européenne, dans quelques secteurs et certains Etats membres les travailleurs détachés gagnent jusqu’à 50% de moins que les locaux.

Leprojetde directive élaboré par MmeThyssen prévoit d’ailleurs d’étendre le principe «à travail égal, salaire égal» à la main-d’œuvre desentreprisesde sous-traitance. Les agences de travail intérimaire seront également tenues d’appliquer les nouvelles règles. Un principe de base de la légalisation actuelle –le travailleur détaché restera assujetti à la sécurité sociale de son pays d’origine– ne subira, en revanche, aucun changement.


  • Qui est favrorable à cette révision,qui pourrait s’y opposer?

Cela faisait des années queParisplaidait pour une telle réforme, avec l’appui de Berlin mais aussi des pays qui s’estiment les plus lésés par le système actuel et la concurrence jugée déloyale qu’il engendre : la Belgique, lesPays-Bas, leLuxembourg, laSuède, l’Autriche.

Toutefois,rouvrirle débat sur la directive de1996, n’est-ce pasrisquerdeprovoquerune nouvelle réaction des pays d’Europe centrale et orientale, qui s’y opposaient? MarianneThyssen le conteste, affirmant qu’elle veut«travailler pour les Vingt-Huit et pour le marché intérieur en créant unsystème tenable, clair, accepté par nos concitoyens».

Elle convient cependant que le débat ne s’annonce«pas simple»avec certaines capitales, qui entendentdéfendrele statu quo.

N’aurait-il pas été plus sage, aussi, d’attendre le résultat du vote britannique de juin sur un éventuel «Brexit» pour ne pasinfluersur les électeurs sensibles à de telles questions? Le projet de directive avait d’ailleurs été décalé une première fois, à la fin de2015, pour ne pasinterféreravec la discussion entre Bruxelles et Londres.

Mais la question des travailleurs détachés n’a«rien à voir»avec le débat sur la sécurité sociale ou les allocations familiales pour les travailleurs étrangers en Grande-Bretagne, souligne la commissaire. Cesdébats-là commenceront –ou non– dès le lendemain de la consultation populaire prévue le 23juin, en fonction de son résultat…


Fonte: " Le Monde.fr"

Booster votre communication et votre visibilité pour mieux recruter


Réseaux sociaux, salons de recrutement, relations avec les écoles ou organismes de formation professionnels, site Internet... Comment mieux vous faire connaître et faire connaître vos métiers pour trouver les bons profils? De nombreuses actions reposent sur un état des lieux de votre entreprise, établi en amont du recrutement.
Vous avez pris la décision d'embaucher pour accélérer votre développement. Comment le faire savoir et attirer le meilleur candidat? Commencez par communiquer auprès de vos équipes! Dans les PME, près de la moitié des recrutements passe par la cooptation et le bouche-à-oreille. Il est donc utile d'annoncer haut et clair l'ouverture d'un poste et de faire passer l'info à vos salariés. Limitez votre communication aux postes réellement ouverts. En effet, si vous lancez un appel alors que vous avez déjà un candidat en tête, l'effet en interne pourrait être démobilisateur.

Les actions en interne ne suffisent pas toujours. Un bon recrutement suppose d'avoir du choix et souvent de multiplier les canaux de recrutement. Au-delà de la définition précise du poste et du profil du candidat recherché, vous aurez besoin de temps et d'un budget.

Réseaux sociaux, un outil sur le long terme

Vous avez du temps et peu de budget? Les réseaux sociaux représentent une solution chronophage, mais peu coûteuse. Ils vous permettent de mettre en place une image durable d'employeur. Toutefois, pensez à bien anticiper l'évolution de votre entreprise et les effets de mode en choisissant celui ou ceux qui vous correspondent le plus: généralistes (Facebook, Twitter) ou spécialisés (Linkedin, Viadeo), mais aussi et surtout ceux qui correspondant à la cible de candidats que vous recrutez cadres/non cadres, plus juniors ou plus expérimentés...). Gardez à l'esprit que, malgré leur forte viralité, bâtir une audience et une crédibilité sur ces sites prend du temps.

Vous pouvez également miser sur des partenariats de long terme avec une université ou un établissement professionnel dans votre secteur. Être mécène de projets, participer à des jurys, proposer régulièrement des stages, n'est pas réservé qu'aux grands groupes!

Des filières classiques: du recrutement à l'événementiel

Vous avez peu de temps, mais un budget dédié à votre recherche? Pensez à l'événementiel, en vous greffant à un salon étudiant ou à un salon professionnel. Votre défi sera alors de vous distinguer des autres exposants, à la fois par l'aspect de votre stand et par l'expérience proposée aux candidats. Une table avec quatre chaises, un recruteur en costume cravate et un peu de documentation risque de ne pas suffire. Si vous avez un chargé de communication, travaillez avec cette personne sur l'esthétique de votre stand, sa configuration, son ameublement. Et imaginez quelques animations, comme des mini-formations, quizz, concours ou simulateurs, qui permettront d'attirer l'attention et de vous démarquer par rapport à vos concurrents. Si cela est possible, faites aussi venir un ou plusieurs salariés. Ils pourront partager leur expérience avec les candidats et seront les meilleurs ambassadeurs des valeurs humaines de votre entreprise.

Pour sortir du lot, vous pouvez même créer votre propre événement, comme cette créatrice de mode qui a proposé aux candidats de ses boutiques de venir relooker des cadres de l'entreprise, après une formation au conseil en image.

Intermédiaire et travail temporaire: des pistes rentables et efficaces


Toutes ces actions nécessitant cependant du temps, un cabinet de recrutement ou une agence de travail temporaire peuvent s'avérer être une solution efficace et rentable. Elle vous permet d'accéder à des sources de candidats auxquelles vous n'auriez pas accès en recrutant seul, tout en gagnant en réactivité, mais également en fiabilisant votre recrutement.

Quelles que soient vos disponibilités, réservez également du temps pour les schémas de recrutement «classiques». Le site de Pôle Emploi, de l'Apec et les agences de travail temporaire sont des pistes intéressantes. Selon votre secteur d'activité, le poste proposé, le profil recherché... elles peuvent être performantes et surtout vous faire gagner du temps grâce à leurs bases données de candidats qualifiées et évaluées. Les sites web de «job boards» comme Monster ou certains sites spécialisés dans un secteur d'activité peuvent également être très utiles, à condition d'y consacrer un peu de temps et de budget.

Fonte: " Le Figaro.FR"

La DGT estudia crear un carné especial para coches que se aparcan solos


Teme que estos conductores nunca aprendan a estacionar

Los coches cada vez tienen más avances en seguridad y más capacidad para hacer maniobras solos como, por ejemplo, aparcar en cualquier circunstancia. Por eso la DGT estudia implantar un carné de conducir especial para los conductores que vayan a usar solo este tipo de vehículos aunque avisa que corren el peligro de no aprender nunca a estacionar. Entre los requisitos que impondrá estará que no pueden desplazarse más de 15 metros en las maniobras, sólo pueden circular a cinco kilómetros por hora y, si estacionan sin conductor, éste deberá estar a un máximo de cuatro metros.

Fonte: "Telecinco - Espanha"

El sector de renting cierra 2015 con una flota de 447.623 unidades
y triplica las previsiones iniciales de crecimiento

  • La clave del crecimiento ha sido, fundamentalmente, el auge de la Pyme como foco de negocio. 
  • Más del 50% del aumento de la flota ha sido generado por las pequeñas y medianas empresas.
  • El volumen de facturación ha alcanzado los 3.979,56 millones de euros, un 9,76% más que en 2014.
  • Se consolida la representación del renting sobre el total de matriculaciones en cifras por encima 
del 14%, cuatro puntos más que al inicio de la crisis.

Madrid, 25 de enero de 2016.-LaAsociación Española de Renting de Vehículos (AER)ha dado a conocer hoy los datos del sector correspondientes al año 2015. Así, la flota se ha situado en las 447.623 unidades, con un 9,69% de aumento, mientras que el volumen de facturación ha alcanzado los 3.979,56 millones de euros, un 9,76% más que en 2014. Este crecimiento supera con creces las previsiones iniciales, incluso triplicando las cifras previstas en relación a la flota.

Por su parte, las matriculaciones ascendieron a 172.321 unidades, lo que representa un incremento del 20,48%. La inversión efectuada en la adquisición de vehículos se situó en 3.144,86 millones de euros, un 20,59% superior al ejercicio anterior.

La clave del crecimiento ha sido, fundamentalmente, el auge de la Pyme como foco de negocio. De hecho, más del 50% del aumento de la flota –equivalente a 23.000 unidades- se ha generado gracias a las pequeñas y medianas empresas, que ya representan el 31% del total del parque de vehículos en renting, -tres puntos más que en 2014-. El parque de vehículos en renting de la PYME se eleva a 139.000 unidades.

Asimismo, cabe subrayar el aumento de las ventas en lo que se refiere a las personas físicas (particulares y autónomos que tributan como personas físicas), que han elevado la flota en 2.000 vehículos, pasando de un parque de 8.500 unidades en 2014 a 10.500 en el ejercicio 2015. Si bien todavía son cifras reducidas, es destacable la tendencia.

Con todo, el presidente de la AER explica que“las matriculaciones de renting superan los niveles de 2005, mientras que el total de matriculaciones de España están todavía en niveles de 1997”. Asimismo, añade,“se consolida la representación del renting sobre el total de matriculaciones en cifras por encima del 14%, cuatro puntos más que al inicio de la crisis, cuando se situaba en torno al 10%”.



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